terça-feira, 24 de abril de 2012

Prepare-se, pois uma verdadeira revolução está chegando!


Os celulares do futuro.

Assim como demorou certo tempo para que o 3G fosse estabelecido, a quarta geração de telefonia celular (4G) não chegará tão rápida, mas já há algumas ideias de como ela será. Assim como o 3G já fez, a 4G deve continuar investindo no avanço da transmissão de dados. É muito provável que os novos aparelhos celulares já trabalhem com o protocolo IP e sejam compatíveis com as redes de computador, ou seja, a tendência é uma só: os celulares estão prestes a virar computadores minúsculos.

Hoje chega a ser engraçado ver um amigo seu perguntando “e aí, o que seu celular faz?. Os portáteis que antes visavam apenas facilitar a comunicação em pouco tempo se tornaram verdadeiras estações de entretenimento, mas ainda assim cabendo nos bolsos de seus donos.
Aliás, a idéia de telefones de bolso é até que recente, haja vista o tamanho dos primeiros modelos que entraram no mercado mundial. Não é a toa que eles carregavam o carinhoso apelido de “tijolares”.
A verdade é que o salto tecnológico da última década foi surpreendente. Além da redução de tamanho e peso dos aparelhos, foram adicionadas funções de fotografia, vídeo, localização (GPS), reconhecimento de toques e muito mais. Sistemas operacionais robustos, como o Windows em versão portátil, já são realidade.
Mas se hoje as coisas já estão tão avançadas, há ainda espaço para inovação e para novas tecnologias além da simples redução de tamanho? A resposta é “sim” e as próprias desenvolvedoras já nos deram pistas de seus próximos projetos. Confira abaixo algumas das principais revoluções que devem pintar nos próximos anos!


computadores de bolso



 
Para trabalhos com imagens e digitação, não há como negar que os Notebooks são e provavelmente continuarão sendo por um bom tempo os melhores equipamentos do mercado. Eles não são tão portáteis apesar de que devem ficar cada vez mais finos, mas são confortáveis e garantem boa acessibilidade.
Contudo, a tendência natural é de que todas as tecnologias presentes nestes computadores de colo logo sejam reduzidas a tamanhos muitas vezes menores, cabendo na palma da sua mão. Isso mesmo, logo seu celular vai ter processador, memória, espaço em disco e recursos equivalentes, mantendo proporções similares.

Nada de botões
Apenas gestos.


Teclados numéricos reais até são convenientes quando se quer precisão ou a sensação de que um botão realmente foi pressionado, entretanto eles ocupam uma enorme parte da superfície do aparelho, a qual poderia ser aproveitada para inúmeras outras coisas, tais como a reprodução de imagens e vídeos em alta definição e em formato Widescreen.
Sendo assim, tudo aponta para o uso exclusivo de telas sensíveis ao toque, uma onda que ganhou força com os iPhones e hoje já conta com inúmeros outros modelos no mercado, tais como o G-Phone e o Omnia, da Samsung.
As interfaces estão sendo redesenhadas para não necessitarem nem mesmo das canetas Stylus, apenas seu dedo já fará o trabalho com alguns gestos.
Com mais alguns anos de desenvolvimento, estas telas e as estruturas dos celulares devem passar por mais uma etapa nas suas evoluções: serão construídos com materiais e ligas completamente dobráveis e flexíveis.
No mundo dos celulares as transformações também são inevitáveis, ainda mais com as telas flexíveis, mas as utilidades serão bem mais variadas e simples.



Quer pegar uma balada? Dobre-o e utilize-o como pulseira. Para o dia a dia, é só prender o aparelho na calça. Se você quer um relógio ou despertador, basta moldá-lo de acordo. Quando uma ligação é feita, o aparelho assume automaticamente a posição de um semi-arco.
Seguindo esta linha de pensamento a Nokia desenvolveu o protótipo 888, uma espécie de tira dobrável com tela sensível ao toque que abrange todo o seu comprimento interno. Além de fazer tudo o que foi citado acima, ele ainda se movimenta sozinho, como na função de despertador. O resultado é no mínimo intrigante.
Outro aparelho com um conceito similar, mas um pouco mais modesto em sua execução, é o Snake, da BenQ Siemens. A idéia é a utilização de um material dobrável que se enrolaria como uma cobra pelo seu 
braço, daí seu nome.



Reprogramação dinâmica de interface.

O uso de tela sobre toda a superfície também permite que cada parte do aparelho tome uma forma ou função específica. Ao tocar um ponto tudo pode virar um álbum fotográfico, um teclado convencional, um menu de acesso rápido com ícones soltos para você arrastar como desejar. As possibilidades são infinitas.
Prova disso é o    “Black Box”, outro conceito da BenQ-Siemens que foi projetado já em 2006, um celular com uma aparência pra lá de moderna, além de belíssima. Sua interface é completamente reprogramada de acordo com a função acessada.



Dinheiro? Pra que?

Se seu celular for capaz de ler códigos de barra com a câmera, de acessar a sua conta de banco e de efetuar transações financeiras, nem mesmo os cartões de crédito serão mais necessários. Aqui isso pode parecer baboseira, mas no Japão é uma realidade.
Pessoas simplesmente fotografam os códigos dos produtos e recebem em instantes as faturas para pagarem ou o custo é debitado automaticamente na conta. Isso ocorre porque todos os dados já estão registrados no aparelho.
Mas e isso não será um risco? Não, pelo contrário. Para a liberação da transação financeira pode ser empregado um método de leitura biométrica, como de digitais por exemplo. Não será possível nem mesmo falsificar os dados.


Baterias menos poluentes e mais eficientes
 
Outra revolução deve atingir um ponto crucial para o funcionamento dos celulares: a duração de bateria. Hoje é utilizada a tecnologia de íons de lítio, mas já existem inúmeras pesquisas com micro células alimentadas por combustível (como hidrogênio), garantindo durabilidades até cinco vezes maiores.
Outro estudo bem interessante é o da transmissão de energia elétrica sem fio. Já pensou se seu aparelho for capaz de captá-la? Nunca mais será necessário plugá-lo por cabo em nada, nem mesmo no computador já que a comunicação também será sem fios.
 
Quanto tempo até lá?

Em relação aos outros padrões ainda é necessário mais estudo do ponto de vista econômico, justamente para determinar se as telas flexíveis serão um dia viáveis para as fabricantes e duráveis o bastante para os consumidores.
Mesmo assim, tenham toda a certeza de que os celulares ainda vão muito além dos aparelhos que vemos nas lojas hoje. A integração às redes sem fio e acesso completo a internet são apenas o primeiro passo para esta revolução na comunicação que hoje nos fascina.
Você consegue imaginar o que o futuro trará? Gostou de saber sobre a história dos celulares? Então deixe seu comentário, adicione algo que não foi citado no texto, quero você participando no blog!vamos participar blogueiros !!

 

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